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Novembro azul: a hora da mudança!

Problemas de saúde do sexo masculino são uma das maiores preocupações de saúde pública nacional. A mortalidade de homens jovens no país é até duas vezes maior, e os homens vivem, em média, sete anos menos do que as mulheres.

Vários estudos vêm demonstrando que os homens têm mais problemas com colesterol, obesidade e pressão arterial alta, e têm maior incidência de doenças cardiovasculares, câncer e diabetes.

Em função da rotina de trabalho competitiva e com horários mais prolongados, outros distúrbios psíquicos também estão aumentados, como ansiedade, depressão, insônia, dores crônicas e distúrbios sexuais.

Tanto na mulher como no homem, o declínio hormonal é gradativo. Mas nos homens, o processo de queda é mais lento, sendo que nem todos os homens manifestam sinais e sintomas característicos da andropausa, diferentemente do que acontece com as mulheres.

Isso talvez explique o fato dos homens, em geral, serem mais resistentes na busca de atendimento médico e também mais difíceis a seguir as orientações médicas. É preciso refletir sobre nossas estatísticas e discutir mudanças imediatamente.

Como você produz saúde?

Para Angus Deaton (vencedor do Prêmio Nobel de Economia) investir em saúde é o melhor capital que um ser humano pode conquistar na vida. Mas será que você está fazendo a sua parte? Responda as questões abaixo e descubra.

Médico generalista: um estudo inglês da Universidade de Leicester, de 2011 demonstrou a importância de se ter um médico generalista, com os pacientes diminuindo suas internações e idas desnecessárias ao Pronto Socorro. Você tem o seu?

Ache o seu grupo! condomínios e associações já começam a se unir para oferecer artes, exercícios e até acupuntura para seus membros. Através do grupo, conseguem preços muito melhores que individualmente. Já pensou nisso?

Exercícios em um ginásio local: o investimento em parques e áreas públicas de lazer é muito importante, assim como a cultura do esporte dentro das escolas. Qual o seu parque favorito?

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Alimentação e medicação: todo indivíduo é um ser humano único, sujeito às intolerâncias e às preferências próprias. Cada pessoa deve descobrir a melhor forma de nutrir e medicar o próprio corpo, pois não existe uma regra geral absoluta. Você já consultou uma nutricionista?

Faça sua parte! Lembre-se que você deveria ser produtor e consumidor de saúde. Antes de consumir, pense em produzir. A pergunta que deixamos é: como você produz saúde para você e para sua família? Pense e comece já a dar a sua colaboração!